A pesquisa indica que sinais de vida poderiam estar presentes a centímetros da superfície da lua jupiteriana
Equipe de cientistas liderada pela Universidade do Texas (UT), em Austin (EUA) detectou sinais de oxigênio e água, além de substâncias que podem servir como nutrientes para algum tipo de organismo aeróbico vivendo no satélite. Segundo afirmam, as possibilidades de encontrar vida também estão relacionadas às características de Europa: coberta por uma camada de 10 quilômetros de gelo, possui enormes oceanos subterrâneos que têm águas aquecidas graças à energia térmica produzida pela interação gravitacional com Júpiter.
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