Macapá (AP) — Sábado, 30 de maio de 2026
Mistério cresce com novas mortes e rede aponta suposto sumiço de quinze cientistas da NASA
O mistério em torno das mortes e desaparecimentos de cientistas da NASA não para de ficar mais complexo. De acordo com informações que circulam na internet, mais dois profissionais que trabalhavam para a agência foram dados como mortos nos últimos dias, elevando o número total de casos citados para 15

DA REDAÇÃO
Macapá, AP
19/05/2026 | 04h46
A comunidade científica e as redes sociais foram tomadas por uma onda de perplexidade e mistério nesta semana, após a circulação de relatos na internet apontando que mais dois profissionais ligados à Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA) foram dados como mortos nos Estados Unidos, elevando para 15 o total de supostos óbitos e sumiços suspeitos de especialistas aeroespaciais nos últimos meses, sob a alegação de que as vítimas compartilhavam acesso a projetos sigilosos do governo. O caso ganhou contornos mais complexos com a inclusão recente dos nomes de James Moffatt, cientista que acumulava passagens pelo Exército americano e pela agência espacial, e de seu filho, Andrew Moffatt, engenheiro de propulsão na Universidade do Alabama em Huntsville. A ausência de explicações detalhadas por parte de órgãos oficiais e a velocidade com que as informações se espalharam acenderam alertas sobre a segurança de profissionais de ponta e alimentaram uma série de teorias sobre o que de fato está acontecendo nos bastidores da exploração aeroespacial global.

A engrenagem desse mistério gira em torno do perfil altamente especializado das supostas vítimas. De acordo com o levantamento dos relatos que ganharam tração em plataformas digitais e fóruns de discussão militar, a grande maioria dos 15 cientistas mencionados atuava diretamente em áreas sensíveis, como o desenvolvimento de novas tecnologias de propulsão, sistemas de defesa por satélite e pesquisas avançadas sobre astrofísica. O padrão que une esses profissionais, segundo analistas independentes que monitoram o cenário, não está na causa geográfica, já que os incidentes se dividem entre diferentes estados americanos, mas sim no nível de credencial de segurança que eles possuíam. James Moffatt, por exemplo, transitava em um ambiente onde a ciência civil e a inteligência militar se cruzavam, um terreno conhecido por abrigar segredos de Estado que raramente vêm a público de forma clara.

Apesar do tom alarmista que tomou conta da internet, a narrativa oficial apresentada pelas autoridades locais e pelas instituições envolvidas desenha um cenário radicalmente diferente. Para o governo e para as forças de segurança que investigaram os casos de forma isolada, não existe nenhuma conexão real entre as ocorrências. Oficialmente, as mortes dos cientistas foram atribuídas a causas corriqueiras e sem qualquer vínculo de conspiração, figurando em laudos médicos e policiais como decorrência de acidentes domésticos, problemas crônicos de saúde, acidentes automobilísticos ou fatalidades cotidianas. A posição das autoridades é de que a coincidência temporal e profissional está sendo deliberadamente utilizada para criar um clima de desconfiança infundado, transformando tragédias pessoais isoladas em um grande enigma internacional.

Por outro lado, o ceticismo do público e de familiares de algumas das vítimas é alimentado justamente pelo manto de sigilo que cobre as atividades que esses homens e mulheres exerciam. No caso de Andrew Moffatt, a engenharia de propulsão na Universidade do Alabama em Huntsville coloca o pesquisador no coração de um dos polos mais importantes de desenvolvimento tecnológico militar e espacial dos Estados Unidos, onde contratos bilionários e inovações disruptivas são tratados sob rígidos protocolos de confidencialidade. A falta de transparência e o detalhamento escasso sobre as circunstâncias exatas das mortes mais recentes funcionam como combustível para que a tese de um padrão ganhe força, sugerindo que o silenciamento desses profissionais poderia estar atrelado à contenção de vazamentos de dados ou à sabotagem de programas estratégicos rivais.

Até o momento, nenhuma agência de inteligência ou veículo de comunicação independente conseguiu apresentar provas concretas que sustentem a teoria de uma perseguição ou eliminação sistemática de cientistas da NASA. O que resta, na prática, é um cabo de guerra informacional. De um lado, relatórios oficiais que tratam os episódios com a frieza das estatísticas de mortalidade natural e acidental; de outro, uma comunidade virtual engajada que enxerga um padrão claro de queima de arquivo na elite da engenharia aeroespacial. Enquanto as investigações formais permanecem encerradas sob a justificativa de causas naturais ou acidentais, o mistério em torno dos 15 especialistas continua sem um desfecho que pacifique a opinião pública, mantendo o ambiente científico sob uma incômoda sombra de dúvida e especulação.




