Aumento do buraco na camada de ozônio já está do tamanho da África e vidas na Terra estão na iminência da extinção global
A comunidade científica internacional está sobressaltada com as graves mudanças climáticas no planeta Terra. A OMM demonstrou que a atividade humana provocou mudanças em escala planetária, nos oceanos e na atmosfera, com consequências nefastas e duradouras para os ecossistemas.
Antes, um relatório global do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) já havia assombrado a comunidade internacional. Desenvolvido pelos maiores especialistas em mudanças climáticas, ele indica que a temperatura média do planeta tende aumentar 1,5 ºC nas próximas duas décadas, trazendo devastação generalizada.
Pela primeira vez, a entidade quantificou o grau de influência das mudanças climáticas à frequência e à intensidade de eventos extremos, como secas prolongadas, ondas de calor, tempestades e furacões.
Muitas das mudanças descritas são sem precedentes. Algumas estão em andamento agora, enquanto outras — como o aumento contínuo do nível do mar — permanecerão “irreversíveis” por séculos a milênios.

O relatório da OMM é uma confirmação sombria do fracasso da humanidade em enfrentar as mudanças climáticas
— António Guterres/Secretário-geral da ONU

De acordo com o IPCC, a cada fração de grau no aquecimento global, os impactos das mudanças climáticas se tornam mais intensos. Em seu relatório, 278 cientistas de 65 países mostram que, para que tenhamos a chance de manter ao alcance o limite de 1,5°C estabelecido pelo Acordo de Paris, o mundo deve atingir o pico de emissões de gases do efeito estufa (GEE) dentro dos próximos três anos.
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