Alavancados pelo tsunami bolsonarista em 2018, campeões de votos são tratados com desdém

Eleitos na onda bolsonarista que dominou o País em 2018, os campeões de voto de quatro anos atrás apostaram no discurso ideológico e, em geral, não conseguiram liderar os principais debates do Congresso

Exemplo: candidato com a maior votação para deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho “03” do presidente, não entra nas discussões mais relevantes da Câmara. Investe, porém, nas redes sociais e tem atuação voltada para o “bolsonarismo raiz” em canal do YouTube. Eduardo defendeu, por exemplo, “um novo AI-5” para conter manifestações de esquerda e citou “espionagem da China” ao falar sobre a adesão do Brasil à tecnologia 5G.

Na disputa de 2018, o Congresso também foi ocupado por famosos, como os deputados Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e Alexandre Frota (PSDB-SP). Os dois eram aliados de Bolsonaro, mas acabaram se afastando dele
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