Agricultura familiar e agronegócio receberão mais investimentos e apoio técnico do governo Clécio

Governador Clécio Luís participou da abertura da segunda Colheita de Soja do Amapá — Foto: Israel Cardoso/SECOM-GEA

Grandes e pequenos produtores compareceram na abertura da segunda Colheita de Soja do Amapá, realizada na Fazenda Agropecuária Paraná

O Amapá quer ter autossuficiência na produção de alimentos. Esta é a ideia fixa do governador Clécio Luís muito antes de tomar posse, em janeiro passado. Ela ganhou musculatura durante a peregrinação que fez pelo Estado, logo após transmitir a faixa de prefeito de Macapá para seu sucessor, encerrando uma era de realizações político-administrativas no exercício de dois mandatos consecutivos na capital amapaense.


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É com esse propósito que vem conduzindo o executivo estadual, focado no estímulo ao desenvolvimento em diferentes setores. Três deles são a agropecuária, agricultura familiar e extensão rural, itens destacados em seu Plano de Governo, registrado no Tribunal Regional Eleitoral em setembro de 2022.

A determinação de Clécio em promover o crescimento dos três itens, se possível, até meados de 2024, ficou evidenciada na segunda Colheita de Soja do Amapá, evento realizado no sábado, 15 de julho, na Fazenda Agropecuária Paraná, localizada na Rodovia AP 70.

LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
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Eu estou aqui para reafirmar nossa determinação em destravar o desenvolvimento do agro no Amapá. Precisamos construir consenso em torno do desenvolvimento da agricultura, quer seja em larga escala, ou na agricultura familiar

— Clécio luís

Quando pensou na implementação do Programa de Produção Integrada de Alimentos (PPI), o governador estava visualizando exatamente essa questão: o fortalecimento do pequeno e do grande investidor. “O Estado do Amapá quer gerar alimentos. Quer produzir grãos, milho, soja, feijão, arroz… ; quer avançar na questão da agricultura familiar, também. Queremos o agro, que gera PIB (Produto Interno Bruto representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um período determinado), que fortalece a exportação, e que resulta numa cadeia produtiva gigantesca. Contudo, sem esquecer a agricultura familiar, que planta a nossa mandioca e produz o alimento diário de nossa população” resume ele.


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Produtores estabelecidos no Amapá queriam ouvir de Clécio Luís os projetos do governo dele para o setor. Entre os incentivos apresentados na ocasião está a regularização de terras e a simplificação dos processos de licenças ambientais, sempre focando no desenvolvimento sustentável.
“Há três meses nós estivemos em Roraima, onde conhecemos o sistema de licenciamento aplicado naquele Estado. O trouxemos para o Amapá. Ele está sendo adaptado para a nossa realidade. Além disso, das 13 glebas que já foram repassadas para o Estado, quatro já estão registradas. E outras oito devem ser repassadas até agosto. O próximo passo é credenciar técnicos para fazer a divisão do solo e entregar o título para os donos”, anunciou.



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