Instituto Léo Moura garante dignidade aos jovens amapaenses em situação de vulnerabilidade social

Gabriel Lorran realizou o sonho de jogar uma partida de futebol e com direito a fazer gol de pênalti Foto: Reprodução

Por Emanoel Reis
Editor

Senador Davi Alcolumbre já destinou emenda de aproximadamente 14 milhões de reais para o atendimento de seis mil crianças pelos programas da entidade

Aos nove meses de nascido, Gabriel Lorran recebeu o diagnóstico de paralisia cerebral, incapacitando-o para o exercício de várias atividades, inclusive de práticas esportivas. Isso até os 18 anos, quando a mãe do rapaz o levou ao “Projeto Passaporte para a Vitória”, coordenado pelo Instituto Léo Moura, localizado no bairro de Águas Claras, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém.
Fã inconteste de futebol, Gabriel Lorran (foto abaixo) passava as tardes à beira do gramado, assistindo aos outros garotos da mesma idade percorrerem o gramado atrás da bola. Até então era somente um curioso que ficava rente ao alambrado, acompanhando as disputas e vibrando com os gols que tinha vontade de fazer.

Lorran ficou um bom tempo só acompanhando as partidas dos alunos do projeto

LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.

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Mas, numa tarde, ele foi convidado a participar de uma partida, com uniforme completo, incluindo o par de chuteiras. Os olhos de Gabriel Lorran brilharam mais do que os do lendário herói arqueólogo Indiana Jones, personagem imortal interpretado pelo ator americano Harrison Ford, quando pousaram sobre a caveira de cristal.

Projeto promove inclusão social com valorização da cidadania

Davi Alcolumbre é um dos maiores incentivadores do Instituto Léo Moura no Amapá que atende mais de 6 mil crianças

No município de Pracuúba, a 259 quilômetros de Macapá, outra história idêntica também virou destaque. Um xará de Lorran, Gabriel Cardoso, igualmente ganhou visibilidade na região por demonstrar afinidade com o futebol e passar horas à beira do campo, olhando como os outros meninos disputavam as partidas. Ao completar 17 anos, ele pediu para sua mãe inscrevê-lo no projeto.
Desejava fazer parte do “Programa Passaporte para a Vitória”, sentir-se como os outros adolescentes, sonhar em ser um grande craque da pelota.  
Sempre sorridente, Gabriel Cardoso superou todas as barreiras, recebeu o uniforme e entrou em campo “com pinta de jogador caro”, como ele gosta de repetir, e virou um exemplo de superação. Tanto que foi recentemente eleito o aluno destaque da Copa Passaporte para a Vitória, promoção do Instituto Léo Moura.

É essa felicidade que o Instituto Léo Moura trabalha incansavelmente para proporcionar aos jovens cadastrados nos diversos programas que oferece gratuitamente aos mais vulneráveis.
No Amapá, o programa tem o apoio do senador Davi Alcolumbre (União Brasil), que já destinou emenda de aproximadamente 14 milhões de reais para o atendimento de seis mil crianças.    
Conforme o coordenador da Região Norte do Instituto Léo Moura, Abrahão Costa, responsável pela execução do projeto no Amapá, o Instituto Léo Moura, por meio do “Programa Passaporte para a Vitória”, vem garantindo aos jovens amapaenses alegrias iguais às manifestadas tanto por Gabriel Lorran, na unidade de Ananindeua (PA), quanto por Gabriel Cardoso, em Pracuúba, no Amapá.
Para o diretor-executivo do Instituto Léo Moura, Cadu Veras, a importância social da entidade na promoção do bem-estar de jovens como Lorran e Cardoso ganha dimensões humanas de grande relevância, especialmente para aumentar a autoestima e melhoras significativas na qualidade de vida dos alunos e de suas famílias.



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