A maioria das escolas do país não possuí plataformas específicas para o ensino online — Foto: Reprodução/YouTube
Mesmo após a pandemia, apenas 58% das escolas brasileiras de ensino fundamental e médio possuem computadores e internet para os alunos. A maioria dessas instituições de ensino (94%) tem alguma conexão à rede, mas não com qualidade suficiente para ser utilizada pelos estudantes como ferramenta educacional
Mesmo após a pandemia, apenas 58% das escolas brasileiras de ensino fundamental e médio possuem computadores e internet para os alunos. A maioria dessas instituições de ensino (94%) tem alguma conexão à rede, mas não com qualidade suficiente para ser utilizada pelos estudantes como ferramenta educacional.

Os dados fazem parte da pesquisa TIC Educação 2022, divulgada nesta segunda (25). O estudo é feito anualmente desde 2010 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, que reúne representantes governamentais e da sociedade civil para estabelecer as diretrizes do uso da internet no país. Para esta edição, foram realizadas 10.448 entrevistas presencialmente, entre outubro de 2022 e maior de 2023, com gestores, coordenadores, professores e alunos de 1.394 escolas públicas e particulares.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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O levantamento deixa claro que a realidade das escolas brasileiras é a de um acesso precário à internet. Apenas 52% das escolas estaduais possuem mais de 50 Mbps de velocidade em seu principal ponto de conexão. Para se ter noção do que isso representa, a velocidade ideal para se utilizar a internet como ferramenta pedagógica é de 1 Mbps por aluno (considerando o turno com mais estudantes), conforme o Grupo Interinstitucional de Conectividade na Educação, formado por órgãos governamentais, operadoras, empresas de tecnologia e ONGs. No caso das particulares, são 46% as que tem mais de 50 Mbps, e no das municipais, somente 29%.
Os resultados desta edição, contudo, revelam que houve um avanço pós-pandemia. Em 2020, o número de escolas estaduais com essa velocidade mais alta de conexão era de 22%, o de particulares, 32%, e o de municipais, apenas 11%.
O desempenho das escolas estaduais é melhor também quando se avalia quais instituições possuem, simultaneamente, computador e acesso à internet para alunos. São 82%, enquanto, nas particulares, o número é de 73%, e nas municipais, de 43%.
Não se pode, contudo, considerar que as escolas estaduais são as melhores no uso da tecnologia. Apesar de lideraram na presença de internet e de computadores, elas são também as recordistas em reclamações de que o sinal da internet chega com baixa qualidade na sala de aula e que não suporta muitos acessos ao mesmo tempo.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
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Engana-se também quem pensa que os professores não utilizam tecnologia apenas pela falta de internet ou de computadores. Quase metade deles (46%) revelou que prefere prescindir desses recursos porque os alunos ficam mais dispersos.
A falta de formação para a utilização da tecnologia em atividades educacionais foi citada por 75% dos docentes. Pouco mais da metade (56%) disse ter participado de algum curso com esse fim nos 12 meses anteriores à realização da pesquisa.
Já para os estudantes, entre os motivos para não utilizar internet da escola, a proibição do uso de celular foi citada por 61%. O fato de a internet não ser utilizada por professores em atividades educacionais foi mencionado por 64% dos alunos.
A pesquisa também evidencia a necessidade de se investir em uma educação para o uso das mídias com um dado alarmante: 61% dos professores disseram ter ajudado alunos a lidar com alguma situação difícil online, entre elas o uso excessivo de jogos e tecnologia (46%), ciberbullying (34%), discriminação (30%), disseminação ou vazamento de imagens sem consentimento (26%) e assédio (20%).
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