Vereador Alexandre Azevedo foi obrigado a se calar diante das evidências apresentadas pelo também vereador Pedro DaLua de que estaria disseminando mentiras — Foto: Jaciguara Cruz
Progressista pede aparte para comentar sobre suposta cobrança de ingressos em shows que serão realizados na 52ª Expofeira do Amapá. O líder do prefeito de Macapá foi duramente criticado na sessão de 28 de setembro
Um comentário falacioso colocou em xeque a credibilidade política do vereador Alexandre Azevedo, do PP de Macapá e líder do prefeito Antônio Furlan na Câmara Municipal. A fala controversa aconteceu quando Azevedo pediu um aparte durante o pronunciamento do vereador Claudiomar Rosa (Avante), na sessão de quinta-feira, 28 de setembro.

No interregno, o progressista afirmou que o acesso aos shows da 52ª Expofeira do Amapá era pago e que o governador Clécio Luís deveria explicar o motivo da cobrança. A observação foi duramente criticada pelo vereador Pedro DaLua (PSC). Imediatamente, o social-cristão rebateu o aparte de Azevedo, explicando que tanto o acesso à feira agropecuária quanto aos shows são gratuitos e abertos ao público.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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DaLua ainda argumentou que Alexandre Azevedo estava divulgando fake news e poderia ser indiciado por isso. “A ação do Azevedo é séria, pois pode confundir a população e gerar desinformação. É responsabilidade do parlamentar informar corretamente a população sobre assuntos públicos, e não disseminar mentiras”, advertiu ele.
O vereador Pedro DaLua está certo, garante o advogado e presidente do Instituto Liberdade e Justiça (ILJ), Giuliano Miotto. Conforme o especialista, disseminar ou compartilhar informação falsa, sem fundamento ou difamatória por ocupante de cargo, função ou emprego público tipifica crime de responsabilidade.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
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Segundo Miotto, Alexandre Azevedo pode ser responsabilizado por estar no plenário de um parlamento, participando de sessão pública, e por fazer afirmações mentirosas sobre um evento de grande importância no contexto social e econômico da sociedade amapaense.
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