Cássio Rabelo teve o nome citado por dono de empreiteira durante interrogatório em delegacia de polícia — Foto: Divulgação
Uma disputa por contrato milionário com a Prefeitura de Macapá acabou em escândalo policial
O secretário Cássio Rabelo é um propineiro”, a acusação foi formalizada no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública do Pacoval (CIOSP/Pacoval) na manhã de sexta-feira, 29 de setembro, pelo empresário Claudiano Monteiro de Oliveira, proprietário da C.M. de Oliveira, empresa que tem contrato com a Prefeitura de Macapá para urbanização, paisagismo e aterro hidráulico da rua Beira-Rio, na orla de Macapá.
O “propineiro” ao qual Oliveira se referiu, em depoimento ao delegado Francisco Assis Pereira da Silva, é o atual titular da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (SEMOB), Cássio Cleidsen Rabelo Cruz (Imagem em destaque acima).
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
(…)
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Embora advertido pelo delegado da gravidade da acusação, o empresário não se intimidou e afirmou que tem provas de que o secretário do prefeito Antônio Furlan (Podemos) incorreu no crime de corrupção passiva, conforme está explícito no Código Penal, em seu artigo 317 (…“solicitar ou receber, para si ou para outros, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.”)
“Eu posso provar que paguei propina para o Cássio”, garantiu Oliveira, afirmando para o policial à sua frente que guarda em seu escritório, na sede da C.M. de Oliveira, as provas do crime cometido por Rabelo Cruz. E que ficará aguardando ser intimado pela Justiça para apresentá-las durante audiência no tribunal.




Esse foi o desfecho de uma confusão que começou por volta das 8 horas, no canteiro de obras da C.M. de Oliveira, localizado na rua Beira-Rio, no bairro Santa Inês. Claudiano Monteiro de Oliveira, o empresário que denunciou o suposto esquema de corrupção nos bastidores da SEMOB controlado pelo auxiliar do prefeito Furlan, preparava-se para mais um dia de trabalho, organizando as equipes para dar prosseguimento à obra que realiza na área há quase três meses.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
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Alguns metros adiante, notou que trabalhadores da empresa Santa Rita Engenharia, de propriedade do empresário Rodrigo Queiroz Moreira, estava construindo outro barracão e erguendo tapumes para isolar um determinado trecho da mesma praça onde a C.M. de Oliveira vinha atuando. Imediatamente, Oliveira se dirigiu ao local para saber o que estava acontecendo. Foi informado por Moreira, acompanhado por um suposto engenheiro civil chamado Roni, que fora contratado pela SEMOB para realizar os mesmos serviços da C.M. de Oliveira.
De uma pasta, Rodrigo Moreira retirou documentos para mostrar ao rival que sua empresa tinha sido contratada pela SEMOB com amplo apoio do secretário Cássio Cleidsen Rabelo Cruz, e por um valor diferente do constante no contrato de Oliveira. Os dois se desentenderam, houve troca de farpas, acusações mútuas e promessa de judicilização da pendenga.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
“TREZOITÃO – O latifúndio é implacável” é um romance político sobre jornalistas, policiais, pistoleiros, ativistas ambientais e militantes políticos na Amazônia. É ambientado em Belém (PA) e Macapá (AP).
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FICHA TÉCNICA DO E-BOOK
Autor: Emanoel Reis
Jornalista, Publicitário e Teólogo
Macapá – Amapá
Editora: MetaCom
Formato: 15 X 21 cm
N° de páginas: 280
E-mail: emanoelreis50@yahoo.com.br
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O clima entrou em ebulição vulcânica com a chegada de uma viatura da Guarda Municipal, hipoteticamente sob o comando da advogada Pamella Moreira, assessora jurídica da SEMOB, que ordenou a imediata retirada dos trabalhadores e equipamentos da C.M. de Oliveira. As discussões ficaram mais intensas, com Oliveira recebendo “voz de prisão” decretada por parte de um dos guardas sob a acusação de injúria, calúnia e difamação contra a assessora que, na ocasião, representava Rabelo Cruz.
Conforme Claudiano Monteiro de Oliveira informou no CIOSP do Pacoval, Pamella também se identificou como “procuradora do município de Macapá”, e não somente falava em nome do secretário Cássio Rabelo, mas, também, em nome do prefeito Antônio Furlan, enfatizou ele ao delegado da Polícia Civil.

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