Macapá ficou longe da lista dos municípios mais ricos do Brasil. Veja o ranking do IBGE

Desemprego crescente, ausência de uma política habitacional e saneamento básico ruim contribuem para que a capital amapaense fique fora da lista dos mais ricos — Foto: Rogério Lameira

Pesquisa mostra que apenas 11 cidades detinham quase um quarto do PIB brasileiro em 2021

Apenas 11 municípios ainda detinham quase um quarto (24,4%) da economia brasileira em 2021, de acordo com o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios, divulgado na sexta-feira, 15, pelo IBGE. A maior fatia fica com a cidade de São Paulo, que concentrava 9,2% do PIB brasileiro. Mas, segundo o instituto, tem havido uma desconcentração da riqueza.
“Os resultados do PIB dos Municípios mostram que municípios das capitais e demais agregações municipais de maior participação no PIB brasileiro, por concentrarem as atividades de serviços presenciais, foram os mais afetados pelas medidas restritivas de isolamento decorrentes da pandemia de covid-19, ao longo de 2020, apresentando queda nominal (na atividade econômica), entre 2019 e 2020″, diz o IBGE.

De acordo com o instituto, “estes grupos de municípios, entre 2020 e 2021, tiveram aumento nominal (no PIB); porém, em termos de participação não conseguiram retomar ao patamar de 2019, apesar da recuperação econômica verificada no âmbito nacional e regional, alavancada pelos serviços. Portanto, a tendência de desconcentração econômica municipal identificada ao longo da série histórica e intensificada em 2020, foi mantida”.

Quando somados os 25 municípios brasileiros mais ricos, chegava-se a 33% do PIB brasileiro. Se considerados os 87 municípios mais ricos, chegava-se à metade (50%) do PIB nacional, mas somente 36,7% da população residente do País. Os 100 municípios mais ricos somavam 52,2% do PIB do Brasil em 2021.
Por outro lado, os 1.306 municípios com as menores economias detiveram cerca de 1% do PIB nacional, mas respondiam por 3,1% da população brasileira.


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Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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Há pouco mais de duas décadas, em 2002, apenas quatro municípios somados já representavam cerca um quarto do PIB nacional: São Paulo perdeu 3,5 pontos porcentuais de participação entre 2002 e 2021; Rio de Janeiro perdeu 2,3 pontos porcentuais; Brasília, -0,4 ponto porcentual; e Belo Horizonte, -0,4 ponto porcentual.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
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Em relação ao ano anterior, ou seja, na passagem de 2020 para 2021, as cinco maiores quedas de participação foram registradas por São Paulo, – 0,6 ponto porcentual; Rio de Janeiro, -0,4 ponto porcentual; Brasília, -0,3 ponto porcentual; Belo Horizonte, -0,1 ponto porcentual; e Porto Alegre, -0,1 ponto porcentual. O município de Maricá/RJ contabilizou o maior ganho de participação no PIB em 2021, alta de 0,5 ponto percentual; seguido por Saquarema/RJ, 0,3 ponto porcentual; Niterói/RJ, com 0,2 ponto porcentual; São Sebastião/SP, 0,1 ponto porcentual; e Campos dos Goytacazes/RJ, 0,1 ponto porcentual.
Os cinco maiores avanços de participação no PIB são explicados pelo setor de extração de petróleo e gás. “A indústria extrativa explica muito do ganho de participação no PIB dos municípios com expansão”, disse Luiz Antonio de Sá, técnico do IBGE. Já as cinco maiores perdas estiveram atreladas aos serviços, incluindo atividades financeiras, administração pública e atividades profissionais científicas e técnicas.

Capitais têm menor participação no PIB

O IBGE lembrou ainda que 15 capitais figuraram entre as maiores perdas de participação no PIB nacional, incluindo as cinco primeiras posições. As capitais registraram em 2021 a menor participação no PIB desde o início da série histórica. Em 2002, as capitais respondiam por 36,1% do PIB, descendo a 29,7% em 2020, diminuindo ainda mais em 2021, a 27,6%.
O IBGE ressaltou que houve também manutenção da tendência de redução relativa da importância econômica dos grandes centros urbanos no PIB de 2021. Em 2020, as duas maiores Concentrações Urbanas do País, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP, somaram 23,6% do PIB nacional, mas essa participação desceu a 23,2% em 2021. A concentração urbana de São Paulo/SP saiu de uma fatia de 16,2% em 2020 para 15,4% do PIB brasileiro em 2021, queda de 0,8 ponto porcentual. O Rio de Janeiro/RJ, por outro lado, aumentou sua participação de 7,4% para 7,8% do PIB brasileiro, alta de 0,4 ponto percentual.
“Ademais, é possível verificar que o agregado das 10 maiores Concentrações Urbanas brasileiras apresentou também redução em sua participação relativa na economia nacional. Em 2020, essas Concentrações Urbanas somaram 40,5% do PIB e, em 2021, essa participação caiu para 39,5% (redução de 1,0 ponto porcentual)”, apontou o IBGE.
Das 185 concentrações urbanas existentes no Brasil, 132 perderam participação no PIB nacional entre 2020 e 2021, enquanto 53 aumentaram.


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“TREZOITÃO – O latifúndio é implacável” é um romance político sobre jornalistas, policiais, pistoleiros, ativistas ambientais e militantes políticos na Amazônia. É ambientado em Belém (PA) e Macapá (AP).
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FICHA TÉCNICA DO E-BOOK
Autor: Emanoel Reis
Jornalista, Publicitário e Teólogo
Macapá – Amapá
Editora: MetaCom
Formato: 15 X 21 cm
N° de páginas: 405
E-mail: emanoelreis50@yahoo.com.br
Site: https://metacomap.wordpress.com/meu-livro/

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