Liberdade em xeque: como a manipulação política põe em risco a democracia brasileira

Como a grande mídia consegue manipular a opinião pública para fazer prevalecer a sua agenda política e suas pautas

Nenhum brasileiro consciente concorda com os atos abomináveis praticados por uma turba de radicais que um ano atrás invadiu, quebrou e destruiu bens públicos na praça dos Três Poderes, em Brasília

A pretexto de exercer o direito democrático à livre manifestação de pensamento, esses celerados praticaram atos criminosos, pondo à prova um regime que, se tem vários defeitos, ainda é o único no mundo a se contrapor a ditadores e autocratas de plantão que se arvoram em tutores do povo.
Os que fizeram aquele quebra-quebra já inserido na história política do país devem ser punidos exemplarmente para que intenções e ações semelhantes, no presente e no futuro, sejam coibidas com o máximo rigor e desestimuladas para jamais voltarem a acontecer.

Por outro lado, vale afirmar que democracia verdadeira é uma construção coletiva, que busca se assentar e aperfeiçoar na prática diária. Democracia não tem dono, nem inquilinos, estejam estes estabelecidos no executivo, legislativo ou judiciário. Falar em democracia sem consultar o maior interessada nela, a população, é tentar usurpar ou manipular a vontade das maiorias para satisfazer os caprichos de quem muito fala em democracia, mas, no fundo, a despreza e não a prática.
Em sua obra-prima “Homo sapiens – Uma breve história da humanidade”, Yuval Noah Hariri constata um fato muito presente atualmente, em pleno século XXI: a era da ignorância está instaurada, não pela nossa incapacidade de acessar informação, mas pela nossa incapacidade em processá-la, aliada a um contexto político e econômico que cada vez menos se interessa por essa informação verdadeiramente desenvolvida.

LITERATURA DA AMAZÔNIA

Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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Quebrando as amarras do controle: Uma análise profunda de ‘Um véu para autoritários’

A democracia, concebida como um sistema que visa representar a vontade do povo, é inegavelmente valiosa. No entanto, como qualquer sistema humano, ela está longe de ser imune a riscos, especialmente quando políticos corruptos e demagogos a utilizam como um véu para encobrir suas ambições autoritárias.
Um dos riscos mais sérios é a manipulação por parte de políticos que, apesar de proclamarem um compromisso democrático, na realidade buscam consolidar seu poder e satisfazer seus interesses pessoais. A corrupção, em suas diversas formas, pode corroer os fundamentos democráticos ao desviar recursos públicos, minar a confiança nas instituições e distorcer a representação política genuína.
Políticos demagogos, habilidosos na arte da retórica sedutora, representam outro perigo. Eles exploram frequentemente as emoções e receios das massas, alimentando narrativas simplistas que apelam para o senso comum em detrimento da análise crítica. Ao apresentar-se como defensores da democracia, esses líderes podem, na verdade, minar as instituições democráticas, substituindo o diálogo informado por estratégias que buscam polarizar a sociedade.
A retórica democrática muitas vezes serve como uma máscara para ações autoritárias. Políticos que inicialmente se apresentam como defensores da liberdade e participação podem, uma vez no poder, mostrar sua verdadeira face, restringindo a liberdade de imprensa, desafiando a independência do judiciário e silenciando oposições. Esse comportamento, muitas vezes justificado em nome da estabilidade ou do interesse nacional, representa uma ameaça real ao funcionamento saudável da democracia.
Além disso, a arrogância e a intolerância dirigidas àqueles que discordam podem corroer os princípios democráticos. Políticos que se consideram infalíveis e veem a oposição como inimiga podem promover uma cultura política tóxica, onde o debate construtivo é substituído por hostilidade e divisão.
Para mitigar esses riscos, é essencial fortalecer as instituições democráticas, garantindo a transparência, a responsabilidade e a participação cidadã efetiva. A educação política e a promoção do pensamento crítico são armas cruciais contra a manipulação demagógica. Além disso, uma sociedade vigilante, consciente de seus direitos e deveres, pode se tornar uma defensora ativa contra a ascensão de políticos que buscam subverter os princípios democráticos.
Em última análise, enquanto a democracia oferece um terreno fértil para a participação cidadã e a tomada de decisões coletivas, é imperativo estar atento aos riscos que podem minar esses fundamentos. A proteção da democracia requer um compromisso contínuo com a vigilância, a responsabilidade e a preservação dos valores que a sustentam.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.

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A era dos líderes democráticos medíocres: uma análise afiada na visão de Mencken

Henry Louis Mencken, jornalista e escritor norte-americano, destacou-se por suas análises críticas e perspicazes sobre a sociedade e a política dos Estados Unidos no início do século XX. Seu ponto de vista sobre a democracia é muitas vezes lembrado por sua abordagem cética e, por vezes, ácida.
Mencken, conhecido por sua escrita incisiva e humor mordaz, abordou a democracia com uma visão desencantada e crítica. Ele questionava a suposição otimista de que a democracia sempre leva a decisões mais sábias e benéficas, destacando as falhas e contradições inerentes ao sistema.
Para Mencken, a democracia era frequentemente dominada pela “tirania da maioria” e suscetível à manipulação por políticos demagogos. Ele expressava ceticismo em relação à sabedoria coletiva do eleitorado, sugerindo que as massas poderiam ser facilmente influenciadas por líderes carismáticos, muitas vezes em detrimento de políticas racionais e informadas.

LITERATURA DA AMAZÔNIA

“TREZOITÃO – O latifúndio é implacável” é um romance político sobre jornalistas, policiais, pistoleiros, ativistas ambientais e militantes políticos na Amazônia. É ambientado em Belém (PA) e Macapá (AP).
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FICHA TÉCNICA DO E-BOOK
Autor: Emanoel Reis
Jornalista, Publicitário e Teólogo
Macapá – Amapá
Editora: MetaCom
Formato: 15 X 21 cm
N° de páginas: 405
E-mail: emanoelreis50@yahoo.com.br
Site: https://metacomap.wordpress.com/meu-livro/

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No entanto, é importante notar que a perspectiva de Mencken sobre a democracia era mais provocativa do que prescritiva. Ele não propôs um sistema alternativo, mas sim instigou os leitores a questionarem as noções preconcebidas sobre a infalibilidade da democracia.
Apesar de suas críticas, Mencken reconhecia que, apesar de suas imperfeições, a democracia representava um sistema mais desejável em comparação com alternativas autoritárias. Seu ceticismo em relação à democracia visava, portanto, incentivar uma análise mais profunda do sistema e uma participação mais informada por parte dos cidadãos.
Em resumo, o conceito de democracia de Henry Mencken reflete um olhar perspicaz e crítico sobre o sistema, destacando suas vulnerabilidades e desafios. Sua abordagem provocadora continua a inspirar debates sobre a natureza e a eficácia dos sistemas democráticos na sociedade contemporânea.



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