As mangueiras nas ruas de Macapá estão em más condições e arriscam cair em casas e carros, causando prejuízos e colocando vidas em perigo
Algumas mangueiras localizadas nas principais ruas e avenidas da Zona Urbana de Macapá estão na iminência de desabar sobre residências e veículos, provocando prejuízos volumosos e ameaçando as vidas de moradores e motoristas. Apesar dos apelos da população para que a Prefeitura de Macapá providencie a poda ou mesmo a remoção das árvores doentes, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Postura Urbana (Semam) se mantém em conveniente silêncio sobre essas reclamações, ignorando as súplicas populares.
“Essa situação é extremamente preocupante e exige uma ação imediata por parte das autoridades responsáveis. A falta de manutenção das árvores e das mangueiras representa um sério risco para a segurança e o bem-estar da população. É fundamental que a Semam tome medidas urgentes para resolver esse problema antes que ocorram acidentes graves. Os moradores e motoristas não podem continuar vivendo sob essa ameaça constante, é preciso agir agora para evitar tragédias futuras. A população precisa se unir e pressionar as autoridades para tomarem as providências necessárias antes que seja tarde demais”, alerta o biólogo Edmar Oliveira.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Romance inspirado em um fenômeno amazônico apocalíptico.
Para adquirir este livro, clique no link BUY ON AMAZON (Compre na Amazon); ou, para ajudar o autor a divulgar este trabalho, COMPARTILHE com seus amigos, em suas redes sociais, clicando em SHARE; se dejejar ler os primeiros capítulos, clique no link FREE PREVIEW (Visualização gratuita). Obrigado.


Avaliações feitas por biólogos e arboristas indicam que há pelo menos setenta árvores que podem cair, quase todas com aproximadamente meio século de existência, contaminadas com ervas-de-passarinho, além de outras doenças que comprometem a segurança de transeuntes, veículos e de propriedades localizadas às margens das vias.
Com o advento do período invernoso na Amazônia, o problema vem se agravando com a possibilidade de que essas árvores possam tombar sob a ação das fortes ventanias que acompanham as pancadas de chuvas sobre a capital amapaense. E há o temor de que quedas de mangueiras se tornem mais frequentes.
O problema se agrava há muito tempo, mesmo assim não tem recebido a devida atenção por parte da Prefeitura de Macapá, leia-se Semam.

Ao longo dos anos, as mangueiras têm sido alvo de agressões de todos os tipos, tanto na base quanto nas copas. No chão, as escavações para instalações de toda ordem têm seccionado as raízes, enfraquecido o solo e, por consequência, fragilizado a sustentação das enormes árvores. No alto, as ervas-de-passarinho se alastram pelas ramagens, enquanto espécies variadas de trepadeiras prosperam em torno dos troncos, sugando os elementos de alimentação e resistência delas.
Há, ainda, a poda predatória feita por terceirizadas de empresas de energia elétrica e internet, que cortam os galhos desordenadamente apenas para liberar espaço para conexões, quebrando o equilíbrio das estruturas em relação ao centro de gravidade das plantas.
Ações esparsas
Raras têm sido as ocasiões em que a administração municipal demonstra preocupação relevante com a arborização tradicional de Macapá, mantendo-a em bom estado e, até mesmo, renovada. Por conta desse desleixo, os macapaenses têm reclamado da queda de mangas durante o período de chuvas, e de prejuízos consideráveis provocados após as quedas de algumas árvores. Segundo eles, a abundância da fruta tem gerado prejuízos em veículos e até acidentes em pedestres.
“Essa falta de cuidado com a arborização tradicional de Macapá não só traz prejuízos materiais, mas também coloca em risco a segurança e o bem-estar da população. Além disso, a queda de árvores e frutos pode impactar negativamente no meio ambiente, prejudicando a biodiversidade local. É fundamental que as autoridades municipais assumam sua responsabilidade e adotem medidas efetivas para garantir a manutenção e renovação adequada da arborização urbana, visando assim promover uma cidade mais sustentável e segura para todos os seus habitantes”, prossegue Oliveira.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Romance político sobre jornalistas, pistoleiros, latifundiários e assassinatos de militantes e ativistas nos rincões amazônicos. Para adquirir este livro, clique no link BUY ON AMAZON (Compre na Amazon); ou, para ajudar o autor a divulgar este trabalho, COMPARTILHE com seus amigos, em suas redes sociais, clicando em SHARE; se dejejar ler os primeiros capítulos, clique no link FREE PREVIEW (Visualização gratuita). Obrigado.


Não bastassem esses riscos iminentes, as mangueiras abandonadas pela PMM/Semam estão provocando graves prejuízos ao calçamento da cidade, principalmente em vias com intensa trafegabilidade de veículos e fluxo de pedestres. As raízes das árvores estão destruindo calçadas, muros residenciais e até o piso de garagens.
Além dessas ameaças causadas pelas mangueiras abandonadas, a situação se agrava ainda mais com os prejuízos ao calçamento da cidade. Em vias com intenso tráfego de veículos e fluxo de pedestres, as raízes das árvores estão destruindo calçadas, muros residenciais e até mesmo o piso de garagens. Essa negligência por parte da PMM/Semam está resultando em danos significativos à infraestrutura urbana e colocando em risco a segurança dos cidadãos que transitam por essas áreas. “Medidas urgentes precisam ser tomadas para resolver esse problema antes que mais danos ocorram”, adverte o biólogo.
ORIGEM DA MANGUEIRA
A mangueira (Mangifera indica), embora cultivada há mais de quatro mil anos em suas regiões de origem, como a Índia e Bangladesh, demorou a conquistar novas terras. O motivo é que o único meio conhecido de propagação da espécie era sua semente, que tem vida curta. Foram os colonizadores portugueses que, durante o século XVI, introduziram aLogo Árvore do Mês espécie nas costas leste e oeste da África e, no século seguinte, no Brasil. Um pouco mais tarde, os espanhóis levaram a árvore para o México, de onde chegou até a Flórida (EUA).
Trata-se de uma espécie frondosa que pode atingir 40 metros de altura com um diâmetro de copa de aproximadamente 20 metros. Sua fruta apresenta coloração que varia entre o amarelo, o laranja e o vermelho, sendo mais rosada no lado que recebe insolação direta e mais amarelada ou esverdeada na face oposta. Seu sabor, forma e peso também variam de acordo com a variedade - algumas são do tamanho de uma bola de pingue-pongue, enquanto outras chegam a pesar dois quilos e meio. A árvore precisa de calor e de períodos secos para produzir bons frutos.
Descubra mais sobre
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
