Suspeitas de irregularidades em contrato de transporte urbano levantam dúvidas sobre gestão de Antônio Furlan

A empresa Nova Macapá, também conhecida como Macapá Mobilidade Humana SPE Ltda, prometeu trazer inovação e qualidade para o transporte público da capital amapaense.  Até agora, nada foi cumprido



O prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), apresentou a empresa Nova Macapá, registrada como “Macapá Mobilidade Humana SPE Ltda”, em janeiro de 2024, como parte de um plano para aprimorar o transporte público da capital. O anúncio sugeria a chegada de quarenta novos veículos, representando uma nova etapa no sistema de transporte coletivo. Na verdade, a Nova Macapá surgiu como uma promessa de modernização e melhoria no transporte público da capital amapaense, trazendo consigo a expectativa de mais eficiência, conforto e qualidade para os usuários.

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Com a chegada dos quarenta novos veículos, esperava-se que houvesse uma maior oferta de transporte coletivo, redução no tempo de espera e um serviço mais adequado às necessidades da população. Além disso, a iniciativa prometia contribuir para melhorias no trânsito e redução da poluição na cidade, promovendo assim um impacto positivo no meio ambiente e na qualidade de vida dos cidadãos.

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Por conta disso, a escolha da empresa suscitou dúvidas. A Nova Macapá, fundada em 23 de janeiro de 2024, recebeu credenciamento da Prefeitura apenas três dias depois, através de uma dispensa de licitação. Na época, Patrícia Barbosa, presidente da CTMac, confirmou o procedimento, mesmo que a companhia ainda não estivesse inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas.
Essa situação levantou questionamentos sobre a transparência e legalidade do processo de escolha da empresa Nova Macapá para prestação desses serviços. A dispensa de licitação e o fato da empresa não estar regularizada geraram desconfiança e críticas por parte da população e de órgãos fiscalizadores.


A falta de concorrência e a possibilidade de favorecimento levantaram suspeitas sobre a lisura do processo, colocando em xeque a idoneidade da gestão pública envolvida. Essas dúvidas evidenciam a importância da transparência e da legalidade nos processos de contratação de empresas prestadoras de serviços, visando garantir a eficiência e integridade na administração dos recursos públicos.
A Nova Macapá, composta por sócios associados ao Grupo Vega, do empresário Francisco Feitosa, teria assinado um contrato direto com a Prefeitura para a compra dos veículos. Este acordo suscitou questionamentos acerca da legalidade e da transparência do procedimento, levando a possíveis irregularidades.


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