Lucas Barreto acusa Ministério Público Federal de frear desenvolvimento petrolífero no Amapá

“Explorar petróleo em nossa costa significa esperança, trabalho e dignidade para milhares de famílias”, afirma o senador em pronunciamento no plenário



O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou a atuação do Ministério Público Federal, dizendo que eles estão tentando impedir o progresso do projeto de exploração de petróleo na costa do Amapá. Durante uma fala no plenário do Senado, ele comentou sobre a notícia de que o MPF entrou com uma ação civil pública pedindo a suspensão dos testes iniciais no bloco de petróleo da região.
“Mais uma vez, tentam atrasar o futuro do nosso Amapá. A exploração de petróleo na nossa costa representa esperança, emprego e dignidade para milhares de famílias. Após superarmos os entraves do IBAMA, agora é o MPF (Ministério Público Federal) que se apresenta como mais um obstáculo ao nosso desenvolvimento. Um ministério que se apoia em pareceres técnicos, mas ignora a realidade de quem vive na Amazônia. Justiça ambiental que despreza a justiça social é, na verdade, hipocrisia”, reagiu ele.

“Eles chegam, ficam pouco tempo, analisam relatórios, examinam mapas, julgam ou agem e depois se retiram. A maioria, arrisco a dizer, nunca pisou na floresta, nunca sentiu o calor do solo, o cheiro do mato, o silêncio.”

Lucas Barreto/Senador

Lucas Barreto expressou sua preocupação com o que ele chamou de falta de conhecimento sobre a realidade da Amazônia por parte de alguns procuradores que atuam no estado. Para ele, decisões judiciais fundamentadas em “mapas coloridos e teses acadêmicas” acabam ignorando as necessidades sociais da comunidade local. O parlamentar destacou que o processo de licenciamento ambiental seguiu todas as etapas previstas na lei, e que o projeto traz esperança de crescimento e desenvolvimento para a região.

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“Falo com total transparência sobre um fenômeno que todos nós conhecemos bem: a alta rotatividade dos membros do Ministério Público Federal em nosso estado. Eles chegam, ficam pouco tempo, analisam relatórios, examinam mapas, julgam ou agem e depois se retiram. A maioria, arrisco a dizer, nunca pisou na floresta, nunca sentiu o calor do solo, o cheiro do mato, o silêncio. Eles nunca viram o povo, nunca sentiram a fome, não sabem o que é lutar por comida”, assinalou ele.
O congressista destacou que o processo de licenciamento ambiental cumpriu todas as etapas legais, e que o projeto simboliza a esperança de progresso para o estado.
Lucas também mencionou a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Exploração de Petróleo na Costa Equatorial do Brasil, formalizada na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Ele reforçou seu compromisso com o povo do Amapá e criticou as ações de órgãos e entidades que, na sua opinião, ajudam a impedir o avanço econômico da região.


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