O resultado do pleito deve consolidar o poder político de Pedro Dalua no legislativo municipal por mais um período
A eleição para a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Macapá se encaminha para um desfecho com poucas surpresas no plenário, mas com intensa disputa nos tribunais. Apenas a chapa encabeçada pelo atual presidente, vereador Pedro Dalua (União Brasil), se inscreveu para o pleito que está marcado para a próxima sexta-feira, 3 de outubro. Com apenas um nome na disputa, a reeleição de Dalua para mais um mandato à frente da Casa Legislativa é considerada praticamente garantida, consolidando seu poder político.

O cenário de chapa única é um forte indicativo do enfraquecimento da base aliada do prefeito Antônio Furlan (MDB) dentro da Câmara. Sem conseguir articular um nome competitivo para se opor à reeleição de Dalua e percebendo a certeza da derrota no voto, o grupo de vereadores ligados ao Executivo optou por uma estratégia judicial.

A base aliada do prefeito protocolou uma ação na justiça na tentativa de barrar a realização da eleição. A alegação seria uma suposta irregularidade no processo eleitoral ou no período em que o pleito foi marcado. Os vereadores da base de Furlan, já com o gosto amargo da derrota na boca, segundo fontes, tentam desesperadamente impedir a votação.
A decisão da justiça sobre o pedido de suspensão da eleição é aguardada com expectativa, mas, até o momento, o pleito segue oficialmente marcado para o dia 3 de outubro, mantendo Pedro Dalua como o único candidato.

Caso a eleição se confirme e Dalua seja reeleito, o resultado não apenas define a presidência da Câmara, mas também consolida o poder político do vereador na capital por mais um período. A falta de oposição organizada e a incapacidade da base do prefeito de apresentar uma alternativa forte reforçam a posição de Dalua como figura central no Legislativo municipal.

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