SAÚDE

O fim está próximo: Organização Mundial da Saúde adverte sobre possível extinção da humanidade por vírus devastador

A sombra assustadora que se aproxima supera os impactos da pandemia de Covid 19Foto: Reprodução

Doença X é um nome de espaço reservado adotado pela Organização Mundial da Saúde para qualquer novo patógeno desconhecido que possa causar doenças e potencialmente uma epidemia no futuro

A doença X está em avaliação há cinco anos e pode ser a causa de uma futura pandemia. Será discutido esta quarta-feira num painel liderado pelo diretor-geral da Organização Mundial de Saúde.
A 54ª edição do Fórum Econômico Mundial já começou em Davos, na Suíça. A doença X, que pode ser a futura pandemia, é um dos temas em discussão nesta quarta-feira. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou que pode causar 20 vezes mais mortes do que a Covid-19.

Nos últimos cinco anos, cientistas e a OMS têm acompanhado a Doença X, um patógeno desconhecido. Em 2018, foi incluído na lista de doenças prioritárias da OMS.
No ano passado, um grupo de dezenas de especialistas foi criado para identificar patógenos que poderiam causar surtos e pandemias. Na verdade, existem vários grupos de cientistas em todo o mundo trabalhando para prevenir uma nova pandemia, potencialmente causada pela desconhecida Doença X.

LITERATURA DA AMAZÔNIA

Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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“Que esforços são necessários para preparar os sistemas de saúde?” é a pergunta inicial para a sessão desta quarta-feira, liderada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, e que conta, por exemplo, com a participação do presidente da AstraZeneca e do ministro da Saúde do Brasil.
Com foco no clima e na geopolítica, a 54ª edição do Fórum Econômico Mundial começou nesta segunda-feira em Davos e conta com a presença de 52 chefes de Estado e de governo. O evento já contou com a participação inédita de Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia.

Mas afinal, o que é a Doença X?

De forma sazonal, a OMS libera uma lista com os principais agentes patogênicos que permanecem como foco de suas análises. De maneira extremamente planejada, os especialistas destacam “doenças que representam um risco para a saúde pública devido ao seu potencial epidêmico e para as quais não há contra medidas“. Desta vez, o destaque foi concentrado na Doença X.
Assim como mencionado anteriormente, não se sabe muito acerca do tema. No entanto, é de conhecimento que ela representa uma grave epidemia internacional, que pode ser provocada por um patógeno ainda não identificado. Certamente, representa um enorme risco para a saúde pública e exige que pesquisas adicionais sejam feitas o mais rápido possível.
O aparecimento da Doença X como prioridade na lista da OMS, também é uma forma de nos dizer que estão se preparando para lidar com algo que pode ser realmente perigoso. Tudo indica que a partir de agora, irão investir mais tempo e recursos para conseguir identificar os reais riscos.
Por outro lado, existem especulações sobre o que ela realmente pode ser. Acredita-se que é uma mutação de doenças bastante conhecidas por nós… A exemplo do Zika vírus e de outras infecções que podem ser passadas de animais para humanos. Mas vale ressaltar que também existem ameaças de vírus artificiais. Segundo especialistas, tal epidemia pode acabar se tornando tão mortífera para a humanidade quanto foi a Gripe Espanhola, em meados do século 20, por exemplo.
Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, Vladislav Zhemchugov, que é doutor em medicina e especialista em imunologia, disse: “No momento, a probabilidade de aparecer uma série de doenças que se espalhe a ritmos acelerados é de 50%. Para isso contribuem os laços globais e alto número da população humana se movendo pelo planeta a grandes velocidades. Se aparecer um vírus que seja transmitido pelo ar, a hipótese deste se espalhar será muito alta”.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.

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OUTROS RISCOS

É claro que a medicina mundial avança de forma frenética e pode dar conta de segurar uma grande epidemia. Já fomos capazes, por exemplo, de apresentar boas medidas contra as gripes suína, aviária e tantos outros tipos de vírus ameaçadores. Também vale mencionar que quando muitas pessoas estão imunizadas contra a gripe, há uma zona protegida que acaba impedindo que vírus do tipo se espalhem.
No entanto, muitas pesquisas que estudam doenças do tipo sofrem cortes de orçamento federal. Isso faz com que a capacidade dos países em se defender contra epidemias de forma emergente, seja bastante prejudicada. Dessa forma, é compreensível que os atuantes da área da saúde fiquem realmente preocupados. Podemos entrar em estado de crise.

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