Policial civil adepto de técnicas nazistas agride advogado no interior paulista
O caso, registrado como lesão corporal e abuso de autoridade na Polícia Civil, vai ser investigado pela Corregedoria e acompanhado pela Ordem dos Advogados do Brasil
O advogado Lucas Lima Roberto foi agredido (como mostram as imagens no vídeo) pelo investigador Leonardo Toffeti. Na tarde de quarta-feira (5 de julho), em Batatais (SP), Toffeti deu uma cabeçada em Roberto após o advogado recusar a entrada de policiais na casa de um cliente dele que é suspeito de furto, no bairro Antônio Romagnolli. Eles não teriam mandado de busca e apreensão para inspecionar o local.

Segundo o boletim de ocorrência registrado no dia da agressão, depois de ser preso, um homem suspeito de furto foi levado por policiais até a casa dele, no bairro Antônio Romagnolli, porque os agentes tinham a informação de que havia produtos furtados e roubados no local.
O advogado informou que acompanhava as diligências porque estava atuando na defesa do suspeito do crime e disse aos policiais que só poderiam entrar no imóvel se apresentassem um mandado de busca e apreensão.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
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Neste momento, Roberto e Toffeti começaram a discutir. O investigador, então, dá uma cabeçada no advogado, que cai para trás com o impacto. No chão, ele ainda sofreu mais agressões até que o agente foi contido por colegas.
“Eu ainda levantei, sendo extremamente profissional, em um autocontrole que nem sabia que tinha, e retornei e ainda disse que eles não poderiam entrar e ainda assim me agrediu”, relata.
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