Prefeito do Oiapoque acumula denúncias de malversação e peculato no exercício do cargo — Foto: Arquivo Pessoal
Na manhã da sexta-feira (20 de outubro), durante a Operação “Crateras” da Polícia Federal, o prefeito de Oiapoque, Breno Almeida (PRTB), foi afastado de seu cargo. A operação executou mais de 20 mandados de busca e apreensão no município, que está a 590 quilômetros de Macapá. Breno é acusado de liderar um esquema para desviar mais de R$ 1,5 milhão em verbas federais.

A reportagem descobriu que a decisão de afastamento foi emitida em 25 de setembro pelo juiz Paulo Zuniga Dourado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em relação a um inquérito de 2022. As investigações estão apurando o pagamento de obras utilizando recursos do programa Calha Norte, que nunca foram concluídas.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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As investigações começaram após o controverso episódio de retirada de árvores da Avenida Rio Branco, uma das principais de Oiapoque, sem licenciamento. Durante as investigações, a Polícia Federal afirma ter descoberto um esquema envolvendo o prefeito, secretários, servidores e a construtora responsável, todos trabalhando juntos para desviar os recursos do contrato que previa a construção do estádio municipal, além da construção e urbanização do canteiro central da avenida Barão do Rio Branco.
Foram revelados também, durante as investigações, a prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As denúncias partiram de ex-secretários e servidores responsáveis por certificar as medições das obras para a liberação dos recursos.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
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A Polícia Federal divulgou que no dia 2 de agosto, agentes apreenderam R$ 64,1 mil em um veículo pertencente ao dono da empresa, que estava em trânsito pela BR-156. O dinheiro estava escondido em compartimentos das malas.
“Nenhum dos ocupantes do carro, na ocasião, foi capaz de explicar de forma convincente à Polícia Federal a origem dos recursos. Naquele momento, a PF também encontrou diversos recibos de saques feitos pelo empresário, em valores próximos a R$ 50 mil, sugerindo uma tentativa de evitar a supervisão do controle financeiro”, declarou a PF em comunicado.

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