ASTRONOMIA

Dois planetas dividindo a mesma órbita solar são identificados por cientistas da Espanha

Esta imagem mostra o jovem sistema planetário PDS 70, localizado a quase 400 anos-luz de distância da Terra. O sistema apresenta uma estrela no centro, arredor da qual orbita o planeta PDS 70b (destacado com um círculo amarelo). Na mesma órbita do PDS 70b, indicada por uma elipse amarela sólida, os astrônomos detectaram uma nuvem de escombros (circulada por uma linha amarela pontilhada) que podem ser os componentes de um novo planeta ou restos de um planeta já formado – (crédito: Reprodu??o/Instagram @alma.observatory)

Cientistas acreditam ter registrado, em um sistema estelar que está se formando, dois planetas irmãos em co-órbita em torno de uma estrela

Astrônomos encontraram, pela primeira vez na história, evidências de dois planetas compartilhando a mesma órbita em torno de uma estrela, em um sistema solar diferente do da Terra, que está em formação. A descoberta envolve o planeta PDS 70, localizado a 400 anos-luz de distância.
“Duas décadas atrás, foi previsto em teoria que pares de planetas de massa semelhante podem compartilhar a mesma órbita em torno de sua estrela, os chamados planetas troianos ou coorbitais. Pela primeira vez, encontramos evidências a favor dessa ideia”, disse a principal autora do estudo, Olga Balsalobre-Ruza, estudante do Centro de Astrobiologia de Madrid, na Espanha.
O PSD 70, de acordo com os estudos realizados até o momento sobre esse novo sistema estelar, tem dois planetas: o PDS 70b e o PDS 70c, gigantes gasosos parecidos com Júpiter. Os cientistas suspeitam que o irmão seja do PDS 70b.

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Quem poderia imaginar dois mundos que compartilham a duração do ano e as condições de habitabilidade? Nosso trabalho é a primeira evidência de que esse tipo de mundo pode existir […] Podemos imaginar que um planeta pode compartilhar sua órbita com milhares de asteroides, como no caso de Júpiter, mas é surpreendente para mim que os planetas possam compartilhar a mesma órbita.

— Balsalobre-Ruza

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Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
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Esse planeta em co-órbita com o PDS 70b foi visto pelos cientistas como uma grande nuvem de detritos, duas vezes maior que a Lua, que indica um um possível planeta em formação ou restos de um planeta já formado. Essa evidência foi detectada com a ajuda do telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) e, se confirmada, é o indício mais forte de que dois exoplanetas podem compartilhar uma órbita.
Para confirmar totalmente essa detecção, a equipe responsável pelo estudo precisará esperar até depois de 2026, quando pretendem usar o ALMA para ver se o PDS 70b e sua nuvem irmã de detritos se movem significativamente ao longo de sua órbita, juntos, em torno da estrela. “Isso seria um avanço no campo exoplanetário”, afirmou Balsalobre-Ruza.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

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“O futuro deste tópico é muito empolgante e estamos ansiosos pelas capacidades estendidas do ALMA, planejadas para 2030, quando melhorarão drasticamente a capacidade da matriz de caracterizar Trojans em muitas outras estrelas”, completou Itziar De Gregorio-Monsalvo, chefe do Escritório de Ciências do ESO no Chile, que também contribuiu para esta pesquisa.


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