Jogador do Botafogo é acusado de transmitir infecções sexuais para modelo e designer de moda

Jovem diz que “largou suas raízes” para viver com o namorado boleiro e que acabou contraindo doenças após traições
Jhulli Fogaça, uma jovem modelo e designer de moda, ganhou grande visibilidade nas redes sociais nos últimos dias e o motivo para isso não foi lá dos melhores. A moça resolveu “desabafar” nos stories do Instagram e expor situações superíntimas de sua vida amorosa com o jogador do Botafogo Victor Sá, com quem manteve um relacionamento de mais de um ano e meio, sendo que em boa parte desse tempo o casal teria morado junto.

Furioso por ter, segundo ela, sido traída inúmeras vezes e humilhada pelo atleta da Estrela Solitária, Jhulli contou detalhes do que teria vivido e afirmou que Victor Sá teria a contaminado com IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis).

Nunca imaginei que um dia precisaria vir a público e dar explicações sobre minha vida particular, porém, após os últimos acontecimentos, isso se mostra necessário. Há um ano e meio, eu iniciei meu relacionamento com o Victor, um relacionamento comum como de qualquer casal. Nós moramos juntos todo esse tempo, tínhamos planos de construir uma família, mas aos poucos esse sonho foi se perdendo, tudo devido às mentiras e traições que sofri durante esse período.
— Jhulli Fogaça/Modelo
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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Não é fácil para uma mulher, que largou as suas raízes, a sua casa, a sua família, para viver um amor, que se dedicou ao seu companheiro em todos os momentos, inclusive nos mais difíceis, ao final receber em troca traição, humilhação, IST’s e julgamentos… É triste que situações como essa aconteçam com mulheres todos os dias”, relatou a jovem.
Voltando ao assunto e ainda mais irritada com o momento que vem enfrentando, Jhulli usou expressões ainda mais fortes e contundentes contra o ex-amado, o que gerou uma onda de solidariedade por grande parte das mulheres que a seguem nas redes, embora rendendo-lhe também algumas críticas vindas de internautas que não aprovaram a exposição promovida por ela.
“Ele está cheio de doenças das chinelonas que saiu. Seu nojento, você é um sujo. Vou expor tudo o que você fez para mim e me fez passar na nossa relação. Vou expor todas as fotos, vídeos e áudios”, disse ainda Jhulli.
LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
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