PETRÓLEO

Visita oficial ao navio-sonda NS 42 da Petrobras marca avanço nas simulações de resposta a possíveis acidentes

A exploração de petróleo na Margem Equatorial, na costa do Amapá, é uma das prioridades da Petrobras, embora seja um dos processos de licenciamento ambiental mais desafiadores dos últimos tempos

Novas fronteiras petrolíferas foram abertas no leilão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis –— Imagem: Divulgação


O governador Clécio Luís (SD), o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) e o presidente do Sebrae Amapá, Josiel Alcolumbre, mais representantes da Petrobras, fizeram uma visita ao navio-sonda NS 42, que navega em direção à área marítima onde vão acontecer as simulações de resposta a acidentes ambientais.
O objetivo foi acompanhar de perto os protocolos e os equipamentos de segurança usados pela Petrobras na fase de Avaliação Pré-Operacional (APO). Essa etapa é a última antes de obter a licença ambiental para perfurar poços e explorar petróleo na Margem Equatorial.

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A APO inclui a realização de simulações práticas para mostrar como a empresa consegue diminuir os impactos ambientais caso venha ocorrer algum vazamento de óleo.
A Petrobras tem dado prioridade à exploração de petróleo na Margem Equatorial, no Amapá. No entanto, o Ibama recusou um pedido de perfuração em 2023, alegando que o plano de emergências e os estudos apresentados apresentaram falhas.
Desde então, a Petrobras forneceu novas informações, melhorou seus procedimentos de segurança e começou a atender aos requisitos extras pedidos pelo órgão ambiental.


O governo do Amapá, por sua vez, defende o projeto como meio imprescindível para impulsionar a economia estadual e melhorar a qualidade de vida da população amapaense.
“A Petrobras tem a experiência de perfuração de mais de três mil poços em águas profundas e ultra profundas sem nenhum acidente registrado. Essa visita foi importante porque mostrou para nós, e vamos dividir isso com a população, os equipamentos, procedimentos e mecanismos de segurança necessários para começar a exploração”, assinalou Clécio Luís.

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