CULTURA

Projeto leva a história e a cultura de Mazagão Velho para estudantes de escolas públicas do Amapá

Ação é agenciada pela OCA Produções e fomentada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura

O jornalista Gabriel Penha emociona estudantes ao apresentar a cultura de Mazagão Velho através de lentes e relatos. O projeto “Povo de Cultura e Fé” desperta o orgulho pelas raízes amazônicas em cada sala de aula visitada — Fotos: Nonnato Ribeiro e Equipe do Projeto

DA REDAÇÃO
Macapá, AP
17/09/2026 | 17h00

O projeto “Povo de Cultura e Fé” leva a história e a cultura da vila de Mazagão a estudantes da rede pública de ensino do Amapá. A ação conta com exposição fotográfica, minipalestras e distribuição de exemplares de uma revista-catálogo para as bibliotecas das escolas visitadas.

Fotos: Nonnato Ribeiro e Equipe do Projeto

CAPACAPA29 de novembro de 2024Emanoel Reis, Macapá – AP


A iniciativa é agenciada pelas Organizações Culturais da Amazônia (OCA) e fomentada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Governo Federal, por meio do Edital de Chamamento Nº 003/2024 – Demanda Espontânea.


Através de fotos, apresentações e vídeos, o projeto apresenta aos estudantes a rica identidade cultural do lugar retratado, através de manifestações populares como as festas de São Gonçalo, do Divino Espírito Santo, Nossa Senhora da Piedade e a conhecida Festa de São Tiago. Já foram visitadas as escolas Antônia Silva Santos e Murilo Braga, em Mazagão e Augusto dos Anjos e Zolito Nunes, em Macapá e novas apresentações devem acontecer ainda em setembro e primeira quinzena de outubro.

O idealizador e palestrante é o jornalista e fotógrafo Gabriel Penha, que é de família tradicional daquela comunidade e tem mais de 20 anos de Jornalismo. Ele resume o projeto como “um filho da comunidade contado a história do lugar que ama”.

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“Mostrar a identidade cultural de Mazagão Velho é uma emoção, mas também uma responsabilidade muito grande. Costumo dizer que a fotografia que faço não são somente registros, mas também são pertencimento, a história de quem também vive essas manifestações culturais que são mostradas no projeto”, afirma Gabriel.
O projeto já teve reconhecimento nacional, premiado pelo edital “Rumos”, do Instituto Itaú Cultural.

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