Canadense Tucano Gold assume controle de mina de ouro no Amapá de empresa em recuperação judicial
Foto: Divulgação/Great Panther

Como a mineradora adquirida encontra-se em recuperação judicial, operação fica sujeita à aprovação por seus credores
A mineradora canadense Tucano Gold Inc. firmouno sábado (12 de agosto) um acordo com a Greath Panther Mining Ltd. para compra de 100% das ações da Mina Tucano e 100% das ações da Tucano Resources Mineração, que atuam na exploração de uma reserva de ouro no Estado do Amapá.
Segundo comunicado da Tucano Gold, a previsão é retomar as operações da Mina Tucano no quarto trimestre deste ano. A mineradora adquirida encontra-se em recuperação judicial desde setembro do ano passado.

Os detalhes financeiros envolvidos na transação não foram revelados pela Tucano Gold.
Para a Tucano Gold, a aquisição dessa mina de ouro contempla um plano para pagamento de todos os credores da empresa, que foi adquirida pela Great Panther Mining em 2019.
Desde 2005, quando entrou em operação, segundo o comunicado, a mina já produziu mais de 1,5 milhão de onças de ouro. Cada onça equivale a 31,1 gramas. De 2014 a 2020, teve produção anual média 134 mil onças. Em 2022, até a interrupção das operações, foram 60 mil onças.
Conforme relatório da Great Panther, de junho de 2022, as reservas comprovadas e prováveis de ouro da Mina Tucano eram de 12,9 milhões de toneladas, com tero médio de 1,59 grama por tonelada de minério.
A aquisição está sujeita à aprovação do Plano de Recuperação Judicial, bem como a acordo com alguns credores, com um “plano de pagamento justo e sustentável”. Mas informa que já obteve apoio da maioria dos credores da Mina Tucano.
A nova empresa (Tucano Gold), criada pelas leis do Canadá, integra o grupo Pilar Gold, junto com a Laiva Gold. O grupo da Pilar Gold recebeu mais de 50 milhões de dólares canadenses em investimentos, valores que possibilitaram a construção da mineradora “júnior” de ouro. A companhia espera ainda atrair novos fundos de investimentos.

LITERATURA DA AMAZÔNIA
Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.
Acesse o link abaixo:

Além da retomada das atividades na mina do Amapá, o plano do grupo envolve o desenvolvimento das operações da Pilar Gold em Goiás e o reinício da maior usina de ouro da Europa, na Finlândia, ainda neste ano, tocada pela Laiva Gold.



