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Estádio do Mangueirão lotado na partida contra o Botafogo da Paraíba fez do Paysandu líder de público na Série C

Fotos: Reprodução
Milhares de torcedores do Paysandu fizeram um lindo mosaico no Mangueirão antes da partida contra o Botafogo (PB) 

50 mil torcedores acompanharam a vitória do Paysandu por 1 a 0 sobre o Botafogo-PB e garantiram ao Papão a liderança na média e total de público na Série C

Novamente a torcida do Paysandu demonstrou a sua força nas arquibancadas do Mangueirão, e fez história no futebol paraense. Se não bastasse a vitória diante do Botafogo-PB por 1 x 0, ocorrida no último final de semana, os bicolores também quebraram o recorde de público do Novo Estádio Olímpico do Pará, após sua reinauguração ocorrida neste ano de 2023, e alcançou expressiva marca na Série C do Campeonato Brasileiro.

Segundo os números divulgados através do portal “Ranking da CBF”, o Papão da Amazônia ultrapassou a contagem de 100 mil torcedores em dez jogos como mandante na Terceira Divisão – mesmo com quatro jogos de punição na disputa, sendo dois com portões fechados e dois com público restrito apenas para mulheres e crianças. Dessa forma, a Fiel Bicolor superou os números de todos os demais participantes da competição.
Conforme os dados divulgados, seja na Curuzu e também no Mangueirão, o Paysandu somou 117.345 torcedores ao longo dos confrontos em que foi mandante, gerando a média de 11.745 expectadores por partida. Os números colocam o time alviceleste na liderança de média e público geral ao longo de toda a Série C, que até o término da primeira fase tinha a liderança alternada entre América-RN e o rival Clube do Remo.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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Como América-RN (rebaixado) que teve a média de 11.208 e total de 100.898 torcedores nos jogos, e o Clube do Remo (eliminado) com média de 9.950 e total de 89.547 expectadores, não irão mais entrar em campo na atual Série C, o Paysandu terminará a disputa como o líder geral das arquibancadas, sendo que a quantidade ainda pode aumentar pois ainda terá um ou até mesmo dois jogos como mandante no Mangueirão.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.

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