Estratégia de comunicação do governo Lula busca reverter altos índices de rejeição
Ela se concentrará em três pilares principais: publicidade sobre a isenção do Imposto de Renda até R$ 5.000, exaltação do nacionalismo brasileiro e promoção de programas de grande alcance, como o Farmácia Popular e o Pé-de-Meia

O governo começará uma série de campanhas publicitárias para melhorar a popularidade do presidente Lula (PT), que caiu. As campanhas vão focar em três áreas principais: a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5. 000, o nacionalismo brasileiro e a defesa de programas como Farmácia Popular e Pé-de-Meia. Sidônio Palmeira, da Secom, estabeleceu um prazo de três meses para reverter a situação, que termina em abril.

Uma pesquisa mostrou que a aprovação do governo está em 24%, com uma rejeição de 41%. A isenção de Imposto de Renda será promovida nas mídias digitais, rádio e TV, começando na quinta-feira (20). Algumas pessoas do governo sugeriram adiar a campanha para não confundir com a declaração do Imposto de Renda de 2025, mas decidiram veicular agora.

Antes de assumir, Sidônio já defendia a campanha por conta do ajuste fiscal, mas o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se opôs porque a proposta ainda não tinha sido enviada ao Congresso. A equipe de Lula espera que a proposta melhore sua popularidade entre a classe média, e ela já foi encaminhada à Câmara dos Deputados. Vídeos e cards começaram a ser divulgados, destacando que a justiça fiscal consiste em impostos menores para rendas mais baixas e maior contribuição dos mais ricos.

Além da isenção do Imposto de Renda, o governo lançará uma campanha chamada “Brasil dos brasileiros”, com o objetivo de reconquistar eleitores. Essa campanha, que começará na Bahia, tentará valorizar o povo brasileiro e seus dia a dia, e será dividida em três partes.

Outra campanha também mostrará os resultados dos dois anos de governo, destacando programas como Farmácia Popular e Pé-de-Meia. O governo também planeja uma campanha chamada “prospera mais” para apoiar empreendedores. A propaganda nos meses de abril e maio ajudará a calcular a média anual para o próximo ano eleitoral. O ministro Sidônio anunciou um evento para 2 de abril, onde Lula e ministros farão um balanço das conquistas do governo, visando reverter a queda de popularidade.


Ele contou tudo que sabia, e até o que dizia que sabia, e agora foi tudo anulado pelo Toffoli? O ex-juizão prevaricou?
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