Com apoio de bolsonaristas, Antônio Furlan consolida vantagem na disputa eleitoral pelo governo do Amapá

Pesquisas da Quaest revelam avanço de candidaturas conservadoras em dez unidades federativas, como o Amapá, onde alianças familiares e pragmáticas impulsionam a oposição, ao passo que aliados de Lula mantêm vantagem em quatro estados e enfrentam indefinição em sete



O avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial consolida um cinturão de influência regional nos estados, com o Amapá figurando entre as dez unidades federativas em que seus aliados lideram a corrida pelo governo local, segundo levantamentos divulgados pelo instituto Quaest entre agosto e setembro. O movimento reflete uma estratégia coordenada da oposição conservadora para enraizar palanques estratégicos na Região Norte e no Centro-Sul, impulsionando candidaturas majoritárias por meio de costuras pragmáticas com clãs políticos locais, enquanto o arco de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém liderança isolada em apenas quatro estados e trava disputas voto a voto em territórios decisivos.


CAPACAPA29 de novembro de 2024Emanoel Reis, Macapá – AP
ARTIGOSARTIGOS17 de julho de 2026Emanoel Reis, Macapá – AP

Às margens do rio Amazonas, a repercussão dessa polarização reverbera diretamente no cotidiano da população. No Mercado do Produtor de Macapá, entre bancadas de açaí fresco e peixes recém-desembarcados, o feirante Raimundo Nonato Ferreira, de 54 anos, resume a percepção comum sobre as alianças que se formam nos gabinetes: para além dos nomes nacionais nos cartazes, a prioridade urgente de quem vive nos extremos do país é saber como os acordos políticos vão destravar obras paralisadas, baratear o custo do transporte fluvial e conter a escalada dos preços dos alimentos básicos, que pressionam o orçamento doméstico mês após mês.

No tabuleiro amapaense, a liderança nas sondagens é sustentada pelo ex-prefeito da capital, Antônio Furlan (PSD). A candidatura de Furlan articula uma ponte direta com a base bolsonarista por intermédio de sua companheira de chapa, a ex-deputada estadual Luciana Gurgel (PL), casada com o deputado federal Vinicius Gurgel (PL), um dos principais articuladores do partido do ex-presidente no Congresso. Essa composição híbrida exemplifica como legendas que formalmente ocupam o centro ou integram a base de sustentação federal, como o PSD de Gilberto Kassab, operam de maneira fluida nos estados da Amazônia Legal, onde a força eleitoral de famílias influentes e redes municipais muitas vezes se sobrepõe a alinhamentos ideológicos rígidos.

Além do Amapá, o levantamento da Quaest coloca o bloco alinhado a Flávio Bolsonaro à frente em colégios eleitorais de peso e em antigas fortalezas do agronegócio e do conservadorismo: São Paulo, Minas Gerais, Distrito Federal, Ceará, Acre, Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Em contrapartida, os nomes apoiados formalmente pelo Palácio do Planalto lideram em quatro unidades da federação — Rio de Janeiro, Paraíba, Sergipe e Amazonas. Em outras sete praças eleitorais cruciais, como Bahia, Rio Grande do Norte, Alagoas, Rondônia, Pará, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, as candidaturas dos dois polos registram empate técnico dentro da margem de erro, mantendo o cenário nacional em aberto.

Para a cientista política e pesquisadora de dinâmicas regionais Helena Vasconcelos, o domínio dos aliados do PL em estados periféricos como o Amapá decorre de uma transformação silenciosa iniciada nas eleições gerais de 2018 e aprofundada nos pleitos municipais seguintes. Segundo Vasconcelos, o bolsonarismo estruturou redes de comunicação muito eficazes com setores do funcionalismo, das polícias e de denominações evangélicas nos centros urbanos da Amazônia, criando uma lealdade eleitoral que sobreviveu à derrota de 2022 e que agora se retroalimenta com o desgaste fiscal enfrentado pela administração federal em áreas como saneamento e infraestrutura.

O mapa das disputas estaduais ganha contornos ainda mais complexos nos seis estados que correm por fora da polarização direta entre PT e PL: Pernambuco, Espírito Santo, Tocantins, Piauí, Maranhão e Goiás. Em solo goiano, Daniel Vilela (MDB) lidera as intenções de voto ancorado no apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), consolidando um polo de centro-direita independente das ordens de Brasília.

Em Pernambuco, desenha-se o nó mais expressivo desse tabuleiro: a atual governadora Raquel Lyra (PSD), embora correligionária de Caiado, construiu pontes sólidas com o Palácio do Planalto e lidera as pesquisas. O socialista João Campos (PSB), candidato oficial ungido por Lula para recuperar um dos mais simbólicos berços políticos do petismo no Nordeste, aparece na segunda colocação, expondo fissuras internas no campo progressista que podem custar caro ao governo federal na formação de maiorias regionais.

Nos bastidores da campanha de Flávio Bolsonaro, a vantagem acumulada em dez estados é vista como o alicerce fundamental para garantir palanques fortes, capilaridade de cabos eleitorais e tempo de exposição em rádio e televisão durante o segundo turno.

No extremo norte do país, a dianteira é capitaneada pelo ex-prefeito da capital, Antônio Furlan (PSD), que disputa o Palácio do Setentrião ancorado em uma composição pragmática e familiar com o Partido Liberal. Furlan tem como companheira de chapa a ex-deputada estadual Luciana Gurgel (PL), cujo casamento político e civil com o deputado federal Vinicius Gurgel (PL) estabelece a ponte direta com o bolsonarismo raiz. Essa dobradinha local não apenas garantiu tração eleitoral nos centros urbanos amapaenses, mas também inseriu o estado no mesmo pelotão de outras nove unidades federativas onde o grupo de Flávio Bolsonaro dita o ritmo da corrida. Para a cientista política e pesquisadora Helena Guimarães, associada ao Núcleo de Estudos Regionais, essa configuração expõe a consolidação de um arco conservador pragmático, que soube capitalizar o capital político municipal de gestores com boa avaliação de imagem e vinculá-lo a uma retórica nacionalizada de oposição. Segundo a especialista, o eleitorado médio muitas vezes vota atraído pelas entregas imediatas da zeladoria urbana, sem necessariamente se ater às amarras ideológicas que depois ditam as alianças orçamentárias e as bancadas parlamentares.

Em contrapartida, os candidatos abertamente chancelados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentam um cenário de resistência mais acentuado, mantendo a liderança isolada em apenas quatro unidades federativas: Rio de Janeiro, Paraíba, Sergipe e Amazonas. Em sete outros estados cruciais — Bahia, Rio Grande do Norte, Alagoas, Rondônia, Pará, Mato Grosso e Rio Grande do Sul —, os postulantes apoiados por lulistas e bolsonaristas aparecem tecnicamente empatados, travando batalhas voto a voto onde a margem de erro estatística impede qualquer prognóstico definitivo. Esse equilíbrio instável reflete a persistência da fratura política aberta em 2018 e aprofundada em 2022, na qual o eleitorado se divide em trincheiras consolidadas, tornando o voto indeciso um artigo de luxo disputado em cada comício de praça pública.

O mapa eleitoral revela ainda que seis estados operam completamente fora da órbita de influência direta do PT e do PL, demonstrando a força de máquinas regionais autônomas. É o que se verifica em Pernambuco, Espírito Santo, Tocantins, Piauí, Maranhão e Goiás. Em território goiano, o governador Daniel Vilela (MDB), que tenta a reeleição, desponta em primeiro lugar sustentado pelo capital político do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), demonstrando que o poder das máquinas estaduais e o agronegócio continuam formando uma blindagem própria contra a nacionalização estrita das disputas.

Contudo, nenhuma unidade federativa traduz melhor as complexas contradições do xadrez político do que Pernambuco. Berço eleitoral histórico do lulismo, o estado nordestino vive um paradoxo que confunde até mesmo analistas veteranos: o candidato formal apoiado pelo Planalto, o ex-prefeito recifense João Campos (PSB), figura na segunda posição do levantamento da Quaest, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD), que lidera a disputa pela reeleição, também se posiciona como parceira e interlocutora preferencial do presidente petista. Raquel é correligionária de Caiado, mas construiu pontes sólidas com a Esplanada dos Ministérios para viabilizar investimentos em saneamento e infraestrutura hídrica no interior do estado, criando um ambiente no qual a polarização perde nitidez diante do pragmatismo administrativo.

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Nos rincões de Macapá, entretanto, a discussão raramente alcança essas filigranas partidárias. Para o pequeno comerciante Raimundo Nonato, de 41 anos, dono de uma mercearia no bairro Congós, o que importa no final do mês é saber se os repasses e as promessas de campanha vão se traduzir em luz constante, segurança nas ruas e preços menores nos gêneros alimentícios. Ele relata que ouve clientes defendendo nomes diferentes a cada rodada de conversa no balcão, mas que a sensação geral é de vigilância mútua. Essa pressão popular diária é o motor invisível que move as peças tabulares da política nacional: ao escolherem seus representantes locais no Amapá ou no Centro-Sul, os eleitores não estão apenas decidindo o destino de suas cidades e governos estaduais, mas desenhando com antecedência os limites do poder que ocupará Brasília nos próximos anos.

Confira os cenários eleitorais de primeiro turno nos Estados brasileiros, de acordo com as pesquisas Quaest mais recentes:

São Paulo (Flávio)

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 42%
Fernando Haddad (PT): 27%
Policial Edjane (Agir): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Izadora Dias (PCO): 1%
Carlos Machado (PCB): 1%
Vivian Mendes (UP): 0%
Indecisos: 14%
Brancos e nulos: 13%

Rio de Janeiro (Lula)
Eduardo Paes (PSD): 39%
Douglas Ruas (PL): 18%
Garotinho (Republicanos): 8%
Cyro Garcia (PSTU): 2%
William Siri (PSOL): 1%
Coronel Busnello (Missão): 1%
Juliete (UP): 0%
Luan Monteiro (PCO): 0%
André Marinho (Novo): 1%
Indecisos: 16%
Brancos e nulos: 14%

Minas Gerais (Flávio)
Cleitinho Azevedo (Republicanos): 32%
Patrus Ananias (PT): 11%
Alexandre Kalil (PDT): 11%
Mateus Simões (PSD): 8%
Flávio Roscoe (PL): 3%
Gabriel (MDB): 3%
Ben Mendes (Missão): 2%
Indira Xavier (UP): 1%
Professor Túlio Lopes (PCB): 0%
Henrique Áreas (PCO): 0%
Rafael Duda (PSTU): 0%
Indecisos: 19%
Brancos e nulos: 12%

Espírito Santo (nenhum)
Ricardo Ferraço (MDB): 35%
Lorenzo Pazolini (Republicanos): 28%
Helder Salomão (PT): 10%
Breno Barcelos (Missão): 2%
Rafael Demuner (UP): 1%
Indecisos: 15%
Brancos e nulos: 9%
Bahia (empate técnico)
ACM Neto (União): 39%
Jerônimo Rodrigues (PT): 37%
Aroldo Felix (UP): 1%
Maria Bona (PCO): 1%
Ariel Capistrano (DC): 1%
Ronaldo Mansur (PSOL): 1%
Indecisos: 12%
Brancos e nulos: 8%

Pernambuco (nenhum)
Raquel Lyra (PSD): 43%
João Campos (PSB): 37%
Ivan Moraes (PSOL): 1%
Renan Hallais (Missão): 1%
Professora Camila (UP): 0%
Professor Jeremias do Banco (Democrata): 0%
Victor Assis (PCO): 0%
Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Indecisos: 12%
Brancos e nulos: 6%

Ceará (Flávio)
Ciro Gomes (PSDB): 45%
Elmano de Freitas (PT): 34%
Delegado Huggo (Missão): 1%
Danilo Soares (Democrata): 0%
Vera Lúcia (Novo): 0%
Ieri Braga (PCO): 0%
Zé Batista (PSTU): 0%
Serley Leal (UP): 0%
Indecisos: 12%
Brancos e nulos: 8%

Paraíba (Lula)
Lucas Ribeiro (PP): 38%
Cícero Lucena (MDB): 19%
Efraim Filho (PL): 18%
Pedro Coutinho (DC): 2%
Camilo Duarte (PCO): 1%
Yuri Ezequiel (UP): 0%
Indecisos: 12%
Brancos e nulos: 10%

Alagoas (empate técnico)
Renan Filho (MDB): 42%
JHC (PSDB): 40%
Lenilda Luna (UP): 1%
Márcio Jambo (Democrata): 0%
Indecisos: 10%
Brancos e nulos: 7%
Sergipe (Lula)
Fábio Mitidieri (PSD): 40%
Valmir de Francisquinho (Republicanos): 28%
Ricardo Marques (PL): 5%
Taty Cristina de Jesus (Democracia Cristã): 1%
Dr. Helton (PSOL): 1%
Emanuel Cacho (PSD): 1%
Indecisos: 17%
Brancos e nulos: 7%

Rio Grande do Norte (empate técnico)
Allyson (União): 25%
Cadu de Lula (PT): 21%
Álvaro Dias (PL): 19%
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 2%
Professor Roberio Paulino (PSOL): 2%
Dário Barbosa (PSTU): 1%
Henrique Lyra (PCO): 0%
Arinalda do MLB (UP): 0%
Carlos Jararaca (DC): 0%
Indecisos: 16%
Brancos e nulos: 14%

Piauí
A Quaest ainda não realizou levantamentos para a disputa ao governo do Piauí. No entanto, Rafael Fonteles (PT) aparece em primeiro lugar em outras pesquisas, contra Joel Rodrigues (PP).

Maranhão (nenhum)
Eduardo Braide (PSD): 44%
Orleans Brandão (MDB): 25%
Felipe Camarão (PT): 6%
Roberto Rocha (PRTB): 3%
André Luis (Missão): 1%
Saulo Arcangeli (PSTU): 0%
Dimas Cassimiro (PCO): 0%
Reginaldo Lima (PCB): 0%
Indecisos: 17%
Brancos e nulos: 4%

Acre (Flávio)
Alan Rick (Republicanos): 33%
Mailza Assis (PP): 24%
Tião Bocalom (PSDB): 15%
Thor Dantas (PSB): 2%
Dr. Luisinho (Agir): 1%
Eudo Raffael (PCB): 0%
Indecisos: 17%
Brancos e nulos: 8%

Amazonas (Lula)
Omar Aziz (PSD): 26%
Roberto Cidade (União): 18%
Professora Maria do Carmo (PL): 16%
David Almeida (Avante): 15%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 2%
Isael Munduruku (Rede): 1%
Gilberto Vasconcelos (PSTU): 0%
Indecisos: 16%
Brancos e nulos: 6%

Roraima (Flávio)
Arthur Henrique (PL): 60%
Soldado Sampaio (Republicanos): 27%
Rosi Aires (PSOL): 1%
Clébio Genuíno (PCO): 0%
Farah Mesquita (Solidariedade): 0%
Indecisos: 9%
Brancos e nulos: 3%

Rondônia (empate técnico)
Marcos Rogério (PL): 24%
Adailton Fúria (PSD): 21%
Expedito Netto (PT): 10%
Hildon Chaves (União): 10%
Samuel Costa (PSB): 2%
Pedro Abib (MDB): 1%
Indecisos: 22%
Brancos e nulos: 10%

Amapá (Flávio)
Dr Furlan (PSD): 55%
Clécio (União): 35%
Jairo Palheta (PCO): 1%
Carlos Cley (PSTU): 0%
Delegado Marcos (DC): 0%
Indecisos: 8%
Brancos e nulos: 1%

Tocantins (nenhum)
Professora Dorinha (União): 37%
Vicentinho (PSDB): 28%
Laurez Moreira (PSD): 7%
Ataídes Oliveira (Novo): 3%
Subtenente Luiz Carlos (Democrata): 2%
Professor Witer Naves (PSOL): 0%
Du Pereira (DC): 0%
Indecisos: 16%
Brancos e nulos: 7%

Pará (empate técnico)
Dr Daniel (Podemos): 28%
Hana Ghassan (MDB): 27%
Gal Leite (UP): 2%
Well Macedo (PSTU): 2%
Araceli Lemos (PSOL): 2%
Jose Moita (Democrata): 1%
Indecisos: 29 %
Brancos e nulos: 9 %

Mato Grosso (empate técnico)
Wellington Fagundes (PL): 27%
Otaviano Pivetta (Republicanos): 23%
Doutora Natasha (PSD): 8%
Sargento Laudicério (Lau) (Agir): 2%
Rafaell Milas (Missão): 2%
Maurício Coelho (Mobiliza): 1%
Indecisos: 8%
Brancos e nulos: 29%

Goiás (Caiado)
Daniel Vilela (MDB): 37%
Marconi Perillo (PSDB): 20%
Wilder Morais (PL): 12%
Luis Cesar Bueno (PT): 4%
Luciana Amorim (UP): 0%
Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO): 0%
Indecisos: 20%
Brancos e nulos: 7%

Distrito Federal (Flávio)
Celina Leão (PP): 35%
Arruda (PSD): 18%
Leandro Grass (PT): 17%
Paula Belmonte (PSDB): 4%
Cappelli (PSB): 2%
Kiko Caputo (Novo): 1%
Professora Samara Mineiro (UP): 1%
Elisson (Agir): 0%
Professor Robson (PSTU): 0%
Expedito Mendonça (PCO): 0%
Rico Pinheiro (PRTB): 0%
Indecisos: 15%
Brancos e nulos: 7%

Mato Grosso do Sul (Flávio)
Eduardo Riedel (PP): 40%
Fábio Trad (PT): 13%
Delcídio Amaral (PRD): 8%
João Henrique Catan (NOVO): 3%
Lucien Rezende (PSOL): 2%
Daniel Lemes (PCO): 1%
Economista Renato Gomes (DC): 1%
Jeferson Bezerra (Agir): 1%
Indecisos: 20%
Brancos e nulos: 11%

Paraná (Flávio)
Sergio Moro (PL): 37%
Requião Filho (PDT): 21%
Sandro Alex (PSD): 15%
Luiz França (Missão): 1%
Tayná Miessa (UP): 1%
Alexandre Salomão (Mobiliza): 0%
Adriano Funileiro (PCO): 0%
Samuel de Mattos (PSTU): 0%
Indecisos: 18%
Brancos e nulos: 7%

Santa Catarina (Flávio)
Jorginho Mello (PL): 50%
João Rodrigues (PSD): 17%
Gelson Merísio (PSB): 4%
Professor Marcus Sodré (PSTU): 2%
Marcelo Brigadeiro (Missão): 1%
Laís Chaud (UP): 1%
Bruno Pedreiro do PCO (PCO): 1%
Ralf Zimmer (PRD): 0%
Indecisos: 16%
Brancos e nulos: 8%

Rio Grande do Sul (empate técnico)
Luciano Zucco (PL): 26%
Juliana Brizola (PDT): 23%
Gabriel Souza (MDB): 9%
Marcelo Maranata (PSDB): 2%
Priscila Voigt (UP): 1%
Cesar Pontes (PCO): 0%
Rejane de Oliveira (PSTU): 0%
Indecisos: 27%
Brancos e nulos: 12%

As pesquisas Quaest citadas na matéria foram registradas sob os números: SP-00959/2026; RJ-04768/2026; MG-04716/2026; ES-04444/2026; BA-06206/2026; PE-00285/2026; CE-01149/2026; PB-07850/2026; AL-05503/2026; SE-03536/2026; RN-00876/2026; MA-02558/2026; AC-09106/2026; BR-06252/2026; BR-08926/2026; RO-05711/2026; AP-09438/2026; TO-02161/2026; PA-07718/2026; MT-04846/2026; GO-06186/2026; DF-01987/2026; MS-00793/2026; PR-05388/2026; SC-00517/2026; RS-06875/2026.


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