CONJUNTURA

Operação abafa no Planalto não consegue conter vazamentos sobre grave doença sofrida pelo presidente Lula

Foto: Sérgio Lima
Preocupado em não parecer velho aos olhos dos 50,90% de eleitores que votaram nele, em 2022, Lula esconde doença perigosa

O Palácio do Planalto, leia-se Secretaria de Comunicação, armou uma estratégia para conter vazamentos sobre a saúde debilitada do presidente Luís Inácio Lula da Silva para não passar uma imagem de fragilidade. O esforço parace ter tido resultado pífio. O principal comentário nos bastidores do endereço mais poderoso da República brasileira fala sobre uma grave doença recentemente diagnosticada pelos médicos do presidente de 77 anos

As informações relacionadas à saúde do presidente Lula (PT) vêm sendo tratadas com cuidado especial por seus aliados e equipe, de forma a evitar que se estabeleça uma imagem negativa e de fragilidade do mandatário, de 77 anos.
Ao longo dos primeiros nove meses de governo, houve casos de omissão de informações ou a busca de amenizar as notícias, diante de algum diagnóstico ou procedimento médico.

Mais recentemente, a informação de que os médicos iriam aproveitar a anestesia da operação no quadril para um procedimento simples nas pálpebras só foi confirmada após Lula já ter deixado a mesa de cirurgia.
A Presidência da República informou que sempre agiu com transparência e que todas as informações relevantes sobre a saúde do mandatário são divulgadas. E acrescenta que notas informativas sobre as condições de saúde “são sempre checadas com os médicos envolvidos nos procedimentos”.
O próprio Lula externou a sua preocupação em não transmitir uma ideia de fragilidade.

LITERATURA DA AMAZÔNIA

Toda a trama desta obra de suspense se passa na cidade fictícia de Dazonino, um pequeno distrito industrial encravado no extremo norte do Brasil, mais precisamente no topo da Amazônia Legal, onde a biodiversidade é rica em vidas raras e minérios valiosos. Ambos cobiçados mundo afora, mais por quem destruiu seu próprio bioma, exauriu o solo e consumiu até a última gota de água potável.
É habitada por um povo miscigenado, pardacento, de olhos espremidos e bocas roxas. Caboclos persistentes nas crenças, profanos nas festas, devassos no amor e no sexo.
Um povo que gosta de viver tão intensamente que às vezes não é levado muito a sério. Que ri e chora simultaneamente, rezando e sambando, benzendo e amaldiçoando. Idiossincrasias que encantam e espantam. Tudo para driblar dificuldades tão crônicas quanto pandemia de malária ou surto assombroso de poliomielite.
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“A verdade é que estou com essa dor desde agosto do ano passado. Durante o processo da campanha, naquela cena que vocês me viam pulando no carro de som, vocês não sabem a dor que eu sentia. Mas eu pulava porque era preciso animar as pessoas”, afirmou o presidente.
“Depois, eu queria operar logo depois das eleições. Bem, eu disse, se eu operar agora, vocês vão dizer ‘o Lula está velho, ganhou as eleições e já está internado’.”
Lula ainda acrescentou que sua equipe não iria registrar imagens dele de muleta e andador após a cirurgia. Em uma manifestação capacitista, relacionou beleza com o uso dos equipamentos.
“Então significa que vocês não vão me ver de andador, de muleta, vão me ver sempre bonito, como se eu não tivesse sequer operado”, completou.

Auxiliares trabalham duro para esconder saúde fragilizada de Lula

O pós-operatório imediato do presidente superou as expectativas divulgadas inicialmente. Primeiro, Lula acabou seguindo para um leito hospitalar comum, não precisando passar a noite na UTI, como era esperado.
A alta hospitalar do presidente também aconteceu com dois dias de antecedência, no domingo (1º). Lula deixou o hospital longe das câmeras, pela saída de trás do edifício.
Integrantes do governo fizeram questão de ressaltar a recuperação do presidente. O ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), por exemplo, disse que Lula “é um touro”, em entrevista à BandNews na última semana.

Ministros afirmaram que o diagnóstico era decorrência do excesso de agendas e garantiram que o embarque para o país asiático iria certamente acontecer.
“O presidente está bem. Foi um início de pneumonia que está sendo tratada. Ele exagera [na quantidade de compromissos], né? Porque não é brincadeira. Eu estou cansado e tenho menos idade que ele […] Tem que ter um pouco de cuidado porque baixa a imunidade”, afirmou Márcio Macêdo, ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social) afirmou que Lula nem precisaria passar por uma reavaliação médica. No dia seguinte, no entanto, a viagem foi cancelada por recomendação médica.


LITERATURA DA AMAZÔNIA

Pescador e artesão afamado no pequeno município de Peixe-Boi, Jandir Loureiro morava com a mulher, Maricota, num chalé construído com galhos e troncos de árvores, coberto por cavacos, quintal amplo e arborizado.
Costumava tarrafear no furo do Mortalha, no imenso rio de águas morenas, onde abundavam saborosos acarás.
Porém, o desentendimento com uma mulher desconhecida, durante a negociação para compra e venda de uma tarrafa, mudou profundamente a rotina do casal, levando Jandir à morte em menos de vinte e quatro horas, e abalando, de forma irreversível, a sanidade da mulher.
O que levou essas pessoas à destruição?
Feitiçaria? Maldição? Encantamento?
Descubra lendo este conto inspirado em lendas típicas da Amazônia.

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O Palácio do Planalto disse, em comunicado divulgado na época, que “após reavaliação no dia de hoje [sábado] e, apesar da melhora clínica, o serviço médico da Presidência da República recomenda o adiamento da viagem para China até que se encerre o ciclo de transmissão viral”.
Um auxiliar de Lula aponta que se tratou de um grande ruído, com ministros correndo para dar notícias boas, evitar eventuais dúvidas sobre a saúde, sem ter todas as informações da equipe de saúde. E isso acabou gerando desgaste, dando a impressão de que houve informação falsa sobre seu real estado de saúde.
Questionada por que nem todos os procedimentos, dos mais simples aos mais complexos, são informados por notas ou boletins, a Presidência responde que “notas não são a única maneira de se informar a imprensa”.
“No caso da cirurgia, os jornalistas foram sendo informados em atendimentos, em uma entrevista coletiva com médicos e por boletins médicos. Notas informativas sobre condições de saúde sempre são checadas com os médicos envolvidos nos procedimentos.”


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