CONJUNTURA

Justiça cobra resposta do governo em 20 dias sobre viagens de Janja, que não ocupa cargo oficial

A ação originalmente pedia a suspensão de qualquer ordem de pagamento, reembolso ou diárias referentes a viagens internacionais da primeira-dama

A primeira-dama Rosângela da Silva, Janja


A Justiça do Distrito Federal deu 20 dias para que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva se manifeste sobre pedidos de explicação sobre os gastos da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, durante viagens internacionais. A ação queria suspender pagamentos e reembolsos referentes a essas viagens e uma detalhamento dos custos, mas ambos os pedidos foram negados pela 9ª Vara Federal Cível.

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O juiz argumentou que o autor da ação não demonstrou ter solicitado as informações antes, nem que o governo se recusou a fornecê-las. A ação foi movida pelo vereador Guilherme Kilter e pelo advogado Jeffrey Chiquini Da Costa.
As viagens de Janja enfrentam críticas pela falta de transparência sobre os gastos, considerando que ela não ocupa um cargo oficial.


Em resposta, a Advocacia-Geral da União estabeleceu uma norma para prestação de contas dos gastos da primeira-dama, que devem ser publicados no Portal da Transparência. O governo vem divulgando a agenda de Janja desde abril.
Sua última viagem foi à Rússia e à China ao lado do presidente Lula, onde suas declarações causaram polêmica. Janja se manifestou sobre a importância de usar sua voz em questões relevantes.

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